17 de junho de 2018

O problema ético do aborto no Brasil

Por:Ohayna Lisboa
(aluna do ensino médio no colégio estadual Ivo Leão - Curitiba-Pr)


Fonte: https://www.diariodocentrodomundo.com.br

          A interrupção proposital de uma gravidez através da falência e retirada do feto é denominado aborto, um tema que fere questões morais, religiosas e culturais. A prática pode levar as mulheres a morte, ou caso sejam denunciadas, serem exclusivamente punidas pela legislação. 
          De acordo com estatísticas mundiais da ONU (Organização das Nações Unidas), 78% dos abortos são realizados em países subdesenvolvidos e 22% em desenvolvidos, sendo no Brasil a quinta maior causa de morte de mulheres. Das aproximadamente 800 mil mulheres que abortam anualmente, dessas, 200 mil tem alguma complicação e recorrem a hospitais. Pelas pesquisas do Ministério da Saúde, a cada dois dias há uma morte por complicações geradas pela prática clandestina sem ajuda de um profissional. 
          A lei determina que são praticas legais os abortos realizados nos seguintes casos: gravidez gerada de estupro, fetos anencefalia e risco de vida da mãe. Segundo o artigo 128, qualquer aborto que esteja fora dessas situações é considerado crime. Aquelas que abortam, caso sobrevivam, são denunciadas e presas, acusadas sozinhas. Seus parceiros não são considerados criminosos pelo código penal, mesmo tendo participação crucial sobre a gravidez. As mulheres também correm risco de vida, saúde e de serem detidas, enquanto seus parceiros ficam livres de quaisquer acusações. 
          O aborto não é uma prática ética e permitir que mulheres morram também não, portanto, a legalização não diminuiria a prática abortiva, porém, faria com que os índices de mortes de mulheres caíssem consideravelmente. Caso fosse legalizado, aquelas que optassem pelo aborto, teriam que passar por aconselhamento psicológico para obter certeza da escolha. Após o aborto, seguir utilizando os métodos contraceptivos. 

11 de junho de 2018

O problema ético do Aborto no Brasil

Por: Camila Vitória Xavier
(aluna do ensino médio no colégio estadual Ivo Leão - Curitiba-Pr)

Fonte: https://revistatrip.uol.com.br/tpm/precisamos-falar-sobre-aborto

          A interrupção da gravidez pela remoção do feto de seu desenvolvimento uterino é chamada de aborto. Precisa-se urgentemente de uma solução para diminuir o número de mulheres que morrem durante a realização da prática clandestina e a prisão das que são descobertas. 
          O aborto está entre os cinco problemas que mais matam mulheres no Brasil. A prática é proibida pela legislação e permitida apenas em casos de estupro, risco à vida da mãe e fetos anencéfalos. Muitas mulheres que realizam a prática clandestinamente não tem condições de criar a criança, não tem apoio do pai e/ou família, são ricas ou apenas não desejam ter o bebê e acabam recorrendo a métodos perigosos como; uso de remédios ou em clínicas que não possuem infraestrutura para realizar o procedimento, podendo levar as mulheres a óbito. 
          Para Débora Diniz, pesquisadora da Anis, "A cada um minuto uma mulher faz aborto no Brasil" - (publicado em 5 de novembro de 2016 pela revista Carta Capital). Se todas essas mulheres que realizam o aborto fossem presas, 525,600 mulheres seriam presas por ano. E os pais dos bebês abortados? O que acontece com eles? Nada, a lei é aplicada apenas para as mulheres e, então, o pai fica livre e a mãe presa. 
          Portanto, legalizar o aborto não significa influenciar as mulheres a realizá-lo, mas que campanhas de educação sexual e prevenção sejam reforçadas para evitá-lo. O aborto e um direito das mulheres decidirem o que querem para a vida e o corpo delas. O Estado deveria dar essa opção para as mulheres, evitando assim, serem presas ou mortas. 

7 de junho de 2018

Um antídoto em relação às Fake News

Por: Luiz Henrique Leme Dal Negro
(aluno do ensino médio no colégio estadual Ivo Leão - Curitiba - Pr). 

Fonte: Cena do filme Matrix I


          A arte e a cultura são fundamentais para a sociedade, pois sem elas nós não conseguimos viver. A arte é uma manifestação de algo que pode ser a expressão de emoções ou com a intenção de deixar um legado. Já a cultura são os costumes de um povo, que são herdados e permanecem até os dias atuais. 
          Um grande problema que encontramos na atualidade são as Fake News (notícias falsas). Essas notícias falsas são cada vez mais comuns, pois as pessoas compartilham e acreditam em qualquer coisa que encontram na internet, televisão e em diversas mídias. Essas notícias são encontradas com mais facilidade em aplicativos como o facebook, um tipo de mídia que muitas pessoas tem contato. 
          As Fake News tem como o principal objetivo fazer com que os leitores acreditem no que as notícias estão abordando, e as pessoas acreditam pois geralmente não conhecem o outro lado da história. 
          Portanto, estas Fake News podem ser combatidas utilizando e conhecendo melhor a arte e a cultura. Agregando com sabedoria essas duas coisas na nossa vida, isso nos fará pensar diferente e discutir sobre tais notícias. Uma maneira de agregar a arte e a cultura é estudando ela e tendo curiosidade para descobrir cada vez mais sobre esse assunto, assim obtendo mais conhecimento. 

4 de junho de 2018

A Cultura como antídoto em relação às Fake News

Por: Stefany Rodrigues Ferraz
(aluno do ensino médio no colégio estadual Ivo Leão - Curitiba-Pr). 

Fonte: http://entrementes12c.blogspot.com/2013/03/cultura_5082.html .

          Cultura é cultivar. É tudo aquilo que pode ser produzido, como por exemplo, a música, a escrita e a pintura. E é através da arte que as pessoas se expressam e se comunicam. 
          Com o aumento do uso da tecnologia está cada vez mais fácil reproduzir a arte e levar para um grande número de pessoas, mas essa arte reproduzida está se tornando uma mercadoria e perdendo seu valor e sua capacidade de incentivar as pessoas a pensar, formando uma sociedade alienada e preguiçosa, pois se esforçam muito em coisas desnecessárias e fúteis, para usufruírem pouco desse esforço. 
          Um exemplo dessa sociedade alienada é a grande relevância que estão dando as fake news, que são notícias falsas ou com a verdade distorcida, compartilhadas por pessoas "leitoras de títulos", que são aquelas que não veem necessidade de se aprofundar no assunto, mas o que importa é não ficar fora do tema do momento. Mas por que as pessoas acreditam em tudo que leem ou compartilham, sem saber se é realmente verdade? A recusa de refletir, em fazer perguntas difíceis e perceber as falhas de pensamento e de julgamento, levam-nas a pensar que se a notícia está pronta, com uma linguagem fácil, por que perder tempo pesquisando. Logo, a mídia usa disso para dispersar a atenção das pessoas dos assuntos relevantes e se beneficiar com isso. 
          É preciso que as pessoas despertem em si a sensibilidade e a curiosidade instigando-as a pensar, isso através da arte, pois ela instiga a pensar e esses raciocínios fazem com que sempre esteja se questionando, fazendo com que o cérebro sempre queira respostas, assim adquirindo novos conhecimentos. 
          Logo, o problema está no desconhecimento e desinformação das pessoas, na falta de capacidade de refletir sobre um determinado assunto a partir de diversos pontos de vista, pois pensar exige que elas confrontem suas próprias crenças. Assim, elas precisam se interessar em uma cultura mais complexa e se desprender de um pensamento mais simples, buscando o desconhecido, ler livros autênticos, participar de programas culturais, conhecer novas culturas para que quando lerem sobre um assunto, o interesse seja despertado, fazendo-as se aprofundar no assunto antes de compartilhar com outras pessoas.  

1 de junho de 2018

Como os desenvolvimentos da arte e da cultura podem funcionar como antídoto em relação a propagação de Fake News?

Por: Isabella Vicenzi Kratchei
(aluna do ensino médio no colégio estadual Ivo Leão em Curitiba-Pr)

Fonte: http://www.odiariodaregiao.com/arte-e-cultura/ 

          Para que possamos tratar das Fake News, afinal, o que são? Obviamente, se jogarmos esta frase em algum tradutor, obterá "notícias falsas". Mas afinal, o que é Fake News? Podemos começar pela globalização, o avanço da tecnologia que se dá até hoje, neste exato momento, por exemplo, em algum lugar do mundo está ocorrendo testes de automóveis autônomos que substituiriam os seres humanos atrás do volante, quão poderosa e acessível que é a tecnologia nos dias atuais, tão poderosa que nos permite ter acesso a todo tipo de conteúdo, inclusive aquelas que são produzidas para nos manipular. 
          Atualmente, podemos dizer que a nossa cultura é semelhante à época de Homero, onde suas histórias eram contadas em praças públicas, e aqueles que ouviam atentamente suas histórias, compartilhavam com seus entes cada verso absorvido. Semelhante pois, seguindo a obra "Ilíada" de Homero, adaptada para nossa realidade, é para a população, a vasta e inacabável internet, e nós somos aqueles que "escutam" e propagam sua mensagem. O que encontramos, na real face da sociedade é uma cultura-mercadoria, uma das formas em que o pensador Félix Guattari distinguiu o termo cultura, em que nos dias atuais, os seres humanos, produzem cultura em troca de lucro econômico, como filmes, que vieram a ser produzidos por conta de um livro escrito, no qual o autor visava o lucro, sabendo que as pessoas "comprariam" sua ideia. Podemos destacar também, manipulações políticas que se sucedem de Fake News, no qual os interessados obtém vantagens consideráveis sobre os outros, além obviamente, de obter apoio popular daqueles que propagam, sem confirmar a veracidade dos fatos, as Fake News.
           Podemos deduzir que, não só no Brasil, mas também no mundo, a propagação de Fake News nos acorrenta em um mundo de incertezas, ignorância e contradições. Um meio possível para que possa ser resolvida esta questão importante, que envolve toda a sociedade é o uso da imparcialidade através da divulgação da notícia contendo diversas faces da própria, para que o leitor possa chegar a uma conclusão sem ser guiado pela mídia, e principalmente do senso crítico, na leitura de notícias que possam conter uma visão pessoal do autor que poderia levar à conclusões precipitadas sobre certa questão e, desenvolvimento de todo e qualquer tipo de arte que temos acesso, sendo assim, as mensagens fidedignas seriam propagadas de maneira precisa e correta, sem qualquer tipo de manipulação tendenciosa.