25 de março de 2016

23 de março de 2016

"Claros e Escuros" de Muniz Sodré


Por: Jonas J. Berra   

   O livro indicado é de Muniz Sodré, que é professor emérito da Universidade Federal do Rio de janeiro, pesquisador (CNPq) e escritor com muitas obras já publicadas. Claros e Escuros é dividido em três partes: O Campo Identitário; O Campo da Singularidade; e A Diferença e a Mídia.
    Percebe-se além da qualidade gráfica, estrutural e argumentativa, uma importância histórica, já que o texto possui dezesseis anos desde sua primeira edição. Contudo, sua linguagem é extremamente atual para entender o momento conturbado que estamos vivendo hoje no Brasil.
  Em seu livro, Sodré se empenhou em demonstrar que "a identidade cultural/nacional é uma das principais questões - senão a principal - que marcam fortemente a história intelectual do país" (p. 10). Além disso, o autor procurou analisar a banalização do problema da identidade que foi sistematicamente desconsiderado e até negado pela mídia e pelo mercado.

21 de março de 2016

"Ato em defesa da democracia” é promovido pela UFPR nesta terça


A Universidade Federal do Paraná vai reunir juristas, professores e promotores na noite desta terça-feira para um “Ato em Defesa da Democracia”. O evento está marcado para o salão nobre do curso de Direito, na Praça Santos Andrade, às 19 horas.

O evento, suprapartidário, será promovido por um grupo autointitulado Juristas pela Democracia. Segundo a nota oficial, “o objetivo é defender os fundamentos da República Federativa e do Estado de Direito, o Sistema de Justiça e a necessidade de garantia dos Direitos Fundamentais da Constituição Federal de 1988″.
Por: Rogerio Waldrigues Galindo 


18 de março de 2016

Mobilização pela democracia

Independentemente da sigla partidária de cada um, esse movimento possui uma pauta favorável à melhoria das condições trabalho e contrária à corrupção! 

Prof. Jonas J. Berra

5 de março de 2016

PRA QUÊ DINHEIRO? ELOCUBRAÇÕES AVULSAS DE ALGUÉM SEM GRANA

Wagner Rafael Rodrigues[1]

Mais uma vez o ano começa. Após muita curtição, regada à cerveja e destilados, as festas da virada já são lembranças. O primeiro mês do ano marcado pela ressaca e inúmeras contas a serem quitadas passou com muita rapidez. E o carnaval com samba e folia trouxe a efêmera alegria qual rosa que floresce pela manhã, mas à tarde quando cortada morre vicejante. Assim, como diz a sabedoria popular, “agora o trem anda”.
            Nesse sentido, nesse período de crise que atravessa o país algumas questões apareceram: o quanto de capital não foi desembolsado para tanta farra? Quando se fala tanto em economizar, porque se gasta tanto com “circo e pão”? Em outras palavras, qual o pivô de tanto consumismo? Essas desengonçadas linhas arriscam um palpite sobre qual seja o fundamento dessas indagações, isto é, aquilo que permeia as mais variadas mentes e corações: o dinheiro! Para tanto emerge outra pergunta: O que é o dinheiro e qual o seu papel na vida humana?