29 de maio de 2014

O falso ídolo ressurge: o Brasil na mira de uma das maiores fraudes da ciência moderna

Por: Jonas J. Berra

Time: 9 de janeiro de 2006. O ídolo caído
          O título é bastante sugestivo, mas não tem o objetivo de fazer qualquer insinuação de que a pesquisa científica no Brasil seja infrutífera, ou que algum pesquisador brasileiro seja responsável por alguma fraude grave. Dessa vez vamos poupar o Brasil das críticas. Iremos mostrar a relação que há entre nosso país e o cientista Woo Suk Hwang, um coreano mundialmente conhecido pela fraude de pesquisas de células-tronco embrionárias humanas. 
       

19 de maio de 2014

A CoPa do MuNdO e o espaço de exceção. Curitiba um dos quintais da FIFA

Por: Everton Marcos Grison

Fonte: Web
“O esporte é um filho do progresso,
e já contribui por conta própria
para a imbecilização da família”[1]

            São muitas as questões que envolvem o assunto Copa do Mundo FIFA no Brasil. Entre os muitos pontos a serem debatidos, nesta reflexão, optamos por centrar o esforço no tema do cordão de isolamento que será erigido nas proximidades dos estádios. Focaremos no caso de Curitiba, mas, a regra do “muito para poucos” parece repetir-se nas outras capitais sedes do evento. Tal cordão de isolamento nos dias de jogos transferirá ruas, espaços públicos, propriedades privadas e comércio, para a gestão da FIFA. Isso quer dizer que haverá um espaço de exceção[2] nesse período dos jogos.
         

13 de maio de 2014

Uma Paisagem Matizada: Gilberto Freyre e Octávio Ianni definindo o Brasil

Por: Edinei Marcos Grison.

                Com o pretexto de realizar um resgate teórico-biográfico de Gilberto Freyre e Octávio Ianni, apresenta-se o Brasil como morada de raças, conciliações e desigualdades no presente ensaio. Tais matizes mesclam o Brasil mestiço de Freyre e o desigual de Ianni na construção das noções que definem o Brasil no que tange a cultura, sociedade e poder.

 
Fonte: Web
              
Para tanto, em Gilberto Freyre existe uma complementariedade entre as obras: Casa Grande e Senzala e Sobrados e Mucambos. A história social do patriarcado brasileiro cruza o espaço das duas obras. Os processos de subordinação são pontuados a partir da lógica funcionalista, amplamente trabalhada na sociologia clássica de Émile Durkheim[1]. A conciliação entre as partes para Freyre fundamenta a relação entre o senhor e o escravo, entre a casa e a rua, entre o sobrado e o mucambo, a partir da tese de que a pátria Brasil, é de todos. Assim exemplifica Freyre (2004, p.29):

[...] evitando estímulos sem justo motivo; todos somos filhos da Patria; ella [sic] pertence a todos; nós a devemos amar, socorrer, defender e pôr em socego, por que isto redunda em nosso benefício; haja união bem serrada em nossas almas...
                                                                                                  

XX Semana Filosófica do ISTA


Mais informações: http://ista.edu.br/