25 de dezembro de 2013

Kierkegaard : Angústia e existência


ART RENEWAL INTERNATIONAL
"Silêncio", obra de Henry Fuseli. 
Por: Oséias Marques Padilha


Para o filósofo dinamarquês  Sören Aabye Kierkegaard (1813-1855) a singularidade da vida humana consiste na angústia, isto é, não há ser humano que dela se isente, pois existir implica em angustiar – se.

13 de agosto de 2013

Cidades Rebeldes: uma cartilha de reflexões

Boitempo Editorial
Por: Everton Marcos Grison 

E assim dizia a música:

"A cor dessa cidade sou eu
O canto dessa cidade é meu
A cor dessa cidade sou eu
O canto dessa cidade é meu" 
(Daniela Mercury)

          Este é o tom que transparece nas páginas do interessantíssimo livro, saído do forno recentemente intitulado Cidades Rebeldes; passe livre e as manifestações que tomaram as ruas do Brasil

27 de junho de 2013

Salário mínimo para todo político - pergunta para o referendo ou plebiscito!

Por: Jonas J. Berra

Criei essa petição a fim de que no Plebiscito ou Referendo que está sendo pensado para o Povo Brasileiro, conste a pergunta:
Salário mínimo para todo o político? ( x ) sim ( ) não

Ajude a divulgar!!
http://www.avaaz.org/po/petition/Salario_minimo_para_todo_politico_sem_outras_vantagens/?copy

27 de maio de 2013

Guilherme de Ockham


Por: Jonas J. Berra

          Nasceu por volta de 1280, no condado de Surrey, a nordeste de Londres. Ainda muito jovem já tinha interesse pelos estudos de teologia, sendo que em 1307 entrou no convento franciscano de Oxford. Por seguir os regulamentos, passou oito anos estudando filosofia, para depois, por mais quatro anos, comentar as Sentenças de Pedro Lombardo (1095-1160).

23 de maio de 2013

"Diga não. Drogas pra quê?"

Sugestão de texto, atividade e referências para trabalhar o tema das drogas. Ao texto é possível acrescentar as explicações do professor, vídeos e músicas conforme o planejamento da aula.

21 de maio de 2013

Um Curto Desabafo

Malu Queiroz
-Desculpa, não é trocar de lado, trair a própria pátria, se exilar por livre arbítrio… É só admiração!
Alemanha é coisa séria, é frio. Não, não: é muito frio!!

11 de maio de 2013

[Filósofos & Educação] Descartes (vol.8)

[Filosofos & Educação] Rousseau (vol. 7)

[Filosofos & Educação] Karl Marx (vol.6)

[Filósofos & Educação] Kant (Vol.5)

[Filósofos & Educação] Gramsci (Vol.4)

[Filósofos & Educação] - Nietzsche (vol.3)

[Filósofos & Educação] Santo Agostinho + Santo Tomás de Aquino (Vol. 2)

[Filósofos & Educação] Socrates + Platão + Aristoteles (Vol.1)

6 de maio de 2013

ARISTÓTELES



Por: Jonas J. Berra

Este texto ajuda a dar uma visão ampla. Poderá ser útil para introduzir estudantes ao estudo desse grande filósofo. Um passo inicial, que é fundamental. Se tentarmos aprender tudo de uma vez, nos perdemos nas vastas bibliografias e comentários. Por isso todo recorte é parcial e até superficial. Estamos cientes disso e pretendemos dar uma motivação, mostrando a relevância de estudos clássicos para o conhecimento do desenvolvimento do homem e da humanidade.

1 de maio de 2013

18 de abril de 2013

A Filosofia e alguns percalços da sua popularização como disciplina escolar

Jonas J. Berra [1]

         Muitos estudantes de Ensino Médio costumam se perguntar: “para que a filosofia?” – E acabam eles mesmos por responder: “pra nada”. No entanto, veremos que existe outro modo de entender a utilidade da filosofia.
           Não se trata do que necessariamente aprendemos de conteúdo filosófico (ainda que seja importante estudar a história da filosofia e as teorias dos filósofos), mas à atitude que podemos aprender com ela. Em outras palavras, parece que a filosofia pode ajudar (ela não faz tudo sozinha) a transformar o jeito de ser das pessoas, modificando seu modo de encarar o aprendizado e o próprio conhecimento. Enfim, para bem ou para mal, ajuda a ampliar o modo como a pessoa vê o mundo.
          Por razões históricas, no Brasil, a filosofia ficou restrita aos estudos teóricos dos pesquisadores das universidades. A Lei nº 4.024/61 extinguiu a obrigatoriedade do ensino de filosofia e com a Lei nº 5.692/71, durante a ditadura, a filosofia foi retirada dos currículos escolares, pois não servia aos interesses políticos, econômicos e ideológicos do período. Inventavam-se, assim, desvantagens para impedir o seu ensino escolar[2]. Até o sociólogo Fernando Henrique Cardoso compartilhou dessa visão ao vetar o projeto de Lei 3.178/97, que reintroduzia no Ensino Médio a filosofia e a sociologia, e que havia sido aprovado na Câmara e no Senado. Isso representou uma ferida na democracia. Apenas recentemente essas disciplinas tornaram-se obrigatórias no país, graças à resolução n.º4, de 16 de agosto de 2006, da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação[3] (CEB/CNE).
         Apesar de ter voltado aos currículos escolares, a filosofia ainda sofre uma série de percalços. Um exemplo é a difusão da opinião de que não acrescenta nada ao conhecimento humano. Não é à toa que é muito comum ouvir estudantes pronunciarem a frase: “A filosofia é uma ciência tal que com a qual ou sem a qual o mundo continua tal e qual”[4]. Essa afirmação é importante para situarmos a questão da filosofia como disciplina escolar, pois se isso fosse verdade, toda a luta pelo retorno da filosofia aos ambientes escolares teria sido em vão. Mas essa afirmação é autocontraditória. Existem características básicas que diferenciam a filosofia da ciência que são ignoradas por quem passa adiante essa frase. Além disso, as principais ferramentas conceituais[5] utilizadas nos estudos dessas áreas do saber são diferentes. A filosofia utiliza-se eminentemente da racionalidade, sem necessidade de fazer experiências empíricas, enquanto que a ciência é eminentemente experimental.
          A afirmação negativa quanto à utilidade da filosofia poderia ser aceita apenas se a filosofia fosse algo totalmente inútil do ponto de vista prático. Assim, as ciências, de modo geral (incluiria a matemática, a física, a química e a biologia, por exemplo), são úteis para fazer descobertas e alterar a realidade física à sua volta, a religião para confortar o espírito, enquanto que a filosofia não teria uma função determinada, capaz de trazer uma efetiva contribuição social. No entanto, isso também se mostra errôneo, pois apesar de, metodologicamente ser possível fazer a separação das áreas do saber, essa separação não é totalizante. Na realidade, existe uma interconexão muito forte entre elas. Em todas as circunstâncias em que as pessoas resolveram colocar a sua racionalidade para funcionar, para ir além do saber dogmático ou convencional, a racionalidade filosófica se mostrou útil na fuga do estado primitivo da ignorância e do senso comum[6] em busca do conhecimento[7]. E isso é perfeitamente possível na matemática, na física, na química e na biologia. Ocorre, porém, que existem temas filosóficos que apenas uma disciplina escolar apropriada pode tratar. Por isso que a filosofia como disciplina, deveria ser mais valorizada do que tem sido.
          Outro percalço enfrentado na popularização da filosofia como disciplina escolar, pode ser observado no nosso mundo contemporâneo, em que a posição crítica da atitude filosófica, geralmente, para desespero dos empresários capitalistas, pode se colocar contra a força da mídia e do mercado na manipulação das pessoas. Tanto a mídia como o mercado (no seu sentido liberal ou neoliberal), são usados com o intuito de influenciar e controlar a vida das pessoas, para que elas se sintam infelizes com as coisas que possuem e continuem adquirindo sempre mais coisas (objetos de consumo). Para manter o ciclo de consumo, as pessoas precisam de um alto poder de compra, o que parece só ser possível com atividades profissionais elitizadas (obtidas com cursos de medicina, engenharia, direito entre outros). O que isso causa? É desse contexto que, ainda que indiretamente, surge uma espécie de fetiche[8] em torno de determinados cursos universitários, dando a entender que, por exemplo, se tornando advogado, médico ou engenheiro, a pessoa será feliz. Por outro lado, as disciplinas de licenciaturas como a filosofia são consideradas inferiores devido a um ponto de vista econômico[9] neoliberal, para o qual o lucro e o capital levariam a pessoa à verdadeira realização profissional. Com uma licenciatura não haveria benefícios imediatos (e com isso a felicidade) e não haveria status, já que o licenciado ficaria excluído da moda do mundo do trabalho, regida pela competitividade. Esse quadro parece desanimador, mas é real, ainda que difícil de ser medido. Muitos estudantes sentem uma sensação estranha se a filosofia faz parte do vestibular, dada à subjetividade das respostas, que são entendidas, muitas vezes, como mera opinião.

Os percalços apresentados podem ser compreendidos ao menos sob três aspectos[10]:

              1) Político: usa-se a implantação da disciplina na matriz curricular como palanque eleitoral ou, ao contrário, sua possível retirada como ameaça, gerando uma luta interna da classe profissional. Também são criadas leis que efetivamente obrigam as pessoas a terem uma disciplina de conteúdos filosóficos, com conteúdos selecionados, deixando-se outros de fora como se fossem menos importantes. Além disso, muitas vezes, a disciplina escolar é colocada em prática apenas pela sua obrigatoriedade, levando às salas de aula profissionais com pouca qualificação e engessando, por outro lado, a criatividade dos profissionais qualificados.

            2) Econômico: mais relacionado às universidades. Ao mesmo tempo em que há o apelo pela produção filosófica, esse aspecto precisou se enquadrar em um sistema de produção textual, com prazos determinados, reduzindo a qualidade da produção. Além disso, há uma disputa pelas bolsas de pesquisa, de modo que essa disputa acaba influenciando no fenômeno da descaracterização da produção filosófica, denunciado por Susan Haack[11]. Outro fato econômico seria o modo como empresas tem se beneficiado de um mercado editorial, levando à frequente banalização da filosofia[12].

          3) Social: seria considerar a filosofia, de um lado, como puramente especulativa, não trazendo qualquer relevância social e, por outro, como se fosse a solução para a maior parte dos grandes problemas sociais do país e até da humanidade. Duas posições utópicas. A filosofia como disciplina escolar não deveria ser considerada menos interessante apenas porque não leva a um saber técnico como as disciplinas científicas. Infelizmente a proposta neoliberal de alguns governos tem pensado na diminuição da carga horária de filosofia, enquanto aumenta-se a carga horária de outras disciplinas mais técnicas, tomando-se em conta a capacitação do estudante para o mercado de trabalho e esquecendo-se de sua humanização. Quando pensamos que é importante gerar sujeitos humanizados, não se está desvalorizando as outras disciplinas, mas ressaltando que os conteúdos e temas que a filosofia pode levar à sala de aula podem ser relacionados à reflexão de questões éticas e até psicológicas, ajudando o estudante a ver fatos ou situações de vários ângulos diferentes e ajudando-o no seu amadurecimento intelectual, na sua sensibilidade frente ao mundo e as injustiças e no aprofundamento de uma racionalidade criativa.

     Apesar de haver muitos outros aspectos que não cabem neste texto, é perfeitamente compreensível que existam discordâncias. Nem todos creem que os percalços realmente o sejam da forma como foram apresentados. O objetivo desse texto não é ser exato, mas filosófico, com relação às dificuldades mais básicas enfrentadas no dia a dia do professor de filosofia em meio a uma sociedade de consumo rápido (fast food). 
          Em vista de tudo que foi apresentado é importante ressaltar a utilidade da filosofia como algo que não precisa se submeter aos caprichos do mundo capitalista neoliberal. A própria forma interna da racionalidade filosófica geralmente consegue contribuir significativamente no desenvolvimento da capacidade dos estudantes de analisar o que ocorre no mundo – ajuda no amadurecimento do sujeito, ainda que nunca chegue a um estado definitivo de maturidade. Desse modo, não há como sustentar que a filosofia como disciplina não acrescenta nada ao conhecimento humano. O conhecimento filosófico por si só já é algo que ajuda (não fazendo tudo sozinho) a diminuir o espaço vazio da ignorância. Portanto, um espaço para o ensino de filosofia já foi conquistado, resta agora pensar em um modo de dar sentido a ele, para que não seja novamente perdido. 

NOTAS DO TEXTO


[1] Professor da rede pública do Estado do Paraná, criador e desenvolvedor do blog Reflexão Dialogada. Agradece ao Prof. Everton Marcos Grison por comentários críticos referentes ao assunto.

[2] “Quem sabe seja interessante dar uma visitada nas declarações do José Artur Gianotti, professor muito reconhecido da USP, e totalmente contrário ao ensino de filosofia no ensino médio. Ele diz: ‘para que filosofia no ensino médio? Para a pessoa ter seu diploma e trabalhar de empacotadora no mercado? ’ Uma vez ele esteve na UFPR, infelizmente não pude ir, ocorreu uma discussão muito complexa sobre suas posições, pois ele ajudou a formular o projeto de volta da disciplina aos currículos escolares, e hoje é contra o seu ensino no nível médio. Suas reflexões são atuais. Se não me engano ele publicou um livro ano passado falando disso” (Prof. Everton Marcos Grison ).

[3]ZIMMERMANN, Roque. O sociólogo que vetou a sociologia, s.d. Disponível em: <http://www.consciencia.net/filosofia/padreroque.html>. Acesso em: 20 março 2013.

[4] “Sobre isso é interessante dar uma olhada na apresentação escrita pela Marilena Chauí para a Antologia de Textos Filosóficos. Ela abre seu texto de apresentação com esta frase e discute a “utilidade da filosofia”” (Prof. Everton Marcos Grison). Acrescento a referência à Marilena Chauí, que em um pequeno trecho do texto afirma que “a filosofia foi excluída da grade curricular [no período da ditadura] por ser considerada perigosa para a segurança nacional, ou como se dizia na época, ‘subversiva’” – Prefácio a Antologia de Textos Filosóficos (SEED/PR).

[5]GERHARDT, Tatiana Engel; SILVEIRA, Denise Tolfo [org.]. Métodos de pesquisa. Coordenado pela Universidade Aberta do Brasil – UAB/UFRGS e pelo Curso de Graduação Tecnológica – Planejamento e Gestão para o Desenvolvimento Rural da SEAD/UFRGS. – Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2009. Disponível em:<http://www.ufrgs.br/cursopgdr/downloadsSerie/derad005.pdf>. Acesso em: 21 março 2013. Uma ferramenta conceitual pode ser entendida se pensarmos na analogia da pá do pedreiro. O pedreiro a usa para construir. Assim, o estudante de filosofia usa conceitos para construir novos conhecimentos, com um novo sentido para ele próprio.

[6]Ademir José Rosso; José Augusto de Carvalho Mendes Sobrinho. O Senso Comum, a Ciência e o Ensino de Ciências. Revista Brasileira de Ensino de Física, vol. 19, no. 3, setembro, 1997. Disponível em:<http://www.sbfisica.org.br/rbef/pdf/v19_353.pdf>. Acesso em: 21 março 2013.

[7] “Quem sabe seja interessante ressaltar que a filosofia é um admirar-se pelas coisas. Uma busca pelos por quês, os “o quês”. Ela está presente em todas as áreas, pois cada qual da sua maneira desenvolve uma curiosidade, possuem uma admiração por algo e tentam cada uma a sua maneira, conhecer o que está diante de si” (Prof. Everton Marcos Grison).

[8] O conceito de Fetiche é trabalhado por Enrique Dussel relacionado ao poder político em sua obra 20 Teses de Política (Ed. Expressão Popular, 2007). No entanto é perfeitamente fácil relacioná-lo ao problema da preferencia por certos cursos Universitários de nossa sociedade ocidental contemporânea.

[9]CONSAE. Licenciaturas. É o fim delas? O que o MEC fez no passado? Por que o MEC e o CNE consentem na permanência do programa instituído pela resolução CNE 2/1997? O que o MEC vem fazendo? Consae, 2010. Disponível em: <http://www.cursosconsae.com.br/SIC/SIC2710.pdf>.Acesso em: 20 março 2013.

[10] “Outro percalço é o distanciamento existência entre a universidade e a escola pública. Deveríamos efetivamente parar com a ideia de que na universidade se pesquisa, enquanto que na escola pública se ensina” (Prof. Everton Marcos Grison).

[11]HAACK, Susan. Manifesto de Uma Moderada Apaixonada: Ensaios Contra a Moda Irracionalista. Loyola/SP; PUC/RJ, 2011. Em seu livro, Haack explica como a pesquisa científica atual no campo da filosofia tem sido descaracterizada, tornando-se produção literária, desvinculada da busca pela verdade. Escreve-se texto literário, mas usa-se o nome de texto científico.

[12]SANCHES, Tatiana Amendola. Filosofia pop: o fenômeno da popularização da filosofia e suas relações com a cultura midiática. Revista Mediação. Vol. 13, Nº 13 - julho/dezembro de 2011. Disponível em: <http://www.fumec.br/revistas/index.php/mediacao/article/view/547/pdf>. Acesso em: 18 março 2013.

REFERÊNCIAS DE LEITURA

CONSAE. Licenciaturas. É o fim delas? O que o MEC fez no passado? Por que o MEC e o CNE consentem na permanência do programa instituído pela resolução CNE 2/1997? O que o MEC vem fazendo? Consae, 2010. Disponível em:<http://www.cursosconsae.com.br/SIC/SIC2710.pdf>. Acesso em: 10 março 2013.

DUSSEL, Enrique. 20 teses de política. Buenos Aires: Consejo Latino americano de Ciencias Sociales – CLACSO; São Paulo: Expressão Popular, 2007.

FURTADO, Celso. O Mito do Desenvolvimento Econômico. Paz e Terra, 1996.

GERHARDT, Tatiana Engel; SILVEIRA, Denise Tolfo [org.]. Métodos de pesquisa. Coordenado pela Universidade Aberta do Brasil – UAB/UFRGS e pelo Curso de Graduação Tecnológica – Planejamento e Gestão para o Desenvolvimento Rural da SEAD/UFRGS. – Porto Alegre: Editora da UFRGS,
2009. Disponível em: <http://www.ufrgs.br/cursopgdr/downloadsSerie/derad005.pdf>. Acesso em: 18 março 2013.

HAACK, Susan. Manifesto de Uma Moderada Apaixonada: Ensaios Contra a Moda Irracionalista. Loyola/SP; PUC/RJ, 2011.

HERRERO, Emílio. A descoberta do mercado universitário. Universia, 2005. Disponível em: <http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2005/04/20/484847/descoberta-do-mercado-universitario.html>. Acesso em: 20 março 2013.

JORGE, Nuno Santos. Lógicas da procura dos cursos de Medicina em Portugal, s.d. Disponível em: <http://www.aps.pt/cms/docs_prv/docs/DPR462de6b58d9d7_1.PDF>.Acesso em: 20 março 2013.

MILLER, Daniel. Consumo como cultura material. Horizontes Antropológicos, Porto Alegre, ano 13, n. 28, p. 33-63, jul./dez. 2007. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ha/v13n28/a03v1328.pdf>. Acesso em: 18 março 2013.

SANCHES, Tatiana Amendola. Filosofia pop:o fenômeno da popularização dafilosofia e suas relações com acultura midiática. Revista Mediação. Vol. 13, Nº 13 - julho/dezembro de 2011. Disponível em: <http://www.fumec.br/revistas/index.php/mediacao/article/view/547/pdf>. Acesso em: 18 março 2013.

ZIMMERMANN, Roque. O sociólogo que vetou a sociologia,s.d.Disponível em:<http://www.consciencia.net/filosofia/padreroque.html>.Acesso em: 20 março 2013.

ROSSO, Ademir José; SOBRINHO, José Augusto de Carvalho Mendes. O Senso Comum, a Ciência e o Ensino de Ciências.Revista Brasileira de Ensino de Física, vol. 19, no. 3, setembro, 1997. Disponível em: . Acesso em: 18 março 2013.

USP Lança vídeo Aulas

São cerca de 800 videoaulas divididas em três categorias específicas: Exatas, Humanas e Biológicas.



8 de abril de 2013

Jerusalém: um ensaio contra a igualdade negativa

Por : Everton Marcos Grison


Gonçalo M. Tavares
Um romance, melhor, um livro "escrito com sangue", de penetrante discussão filosófica acerca do tempo, da história. Quem lhes organiza? Quais são seus limites? O mal que se vê na história perpassa por todo o tempo? O autor constrói uma narrativa dentro do tempo, falando do tempo e lhe desafiando, indo e voltando, usando-lhe e largando suas possibilidades e afrouxamentos.
          Haverá alguém na história e no tempo que entenda de sanidade? Haverá alguém "são"? Todos são loucos ou, loucos são todos que se acham com plena sanidade?
     

11 de março de 2013

Lógica no Ensino Médio: educando para a argumentação

Por: Everton Marcos Grison


Em outubro de 2012 ocorreu em Curitiba (Pr) o Encontro Nacional de Pós Graduação em Filosofia (ANPOF). Neste evento, um dos mais abrangentes e populosos em se tratando de Filosofia no Brasil, aconteceram oficinas, minicursos e palestras das mais variadas vertentes. Foi um encontro muito interessante e histórico.

9 de março de 2013

Filme Curitiba Zero Grau

          Por: Jonas J. Berra

           Nesta  postagem quero relembrar um filme muito bom, com um roteiro e personagens muito bem pensados. A profundidade leva o expectador a sentir as emoções e as dificuldades de cada situação de vida. Ótima oportunidade de conhecer esta cidade e aproveitar o seu final de semana com pipoca. 
           
- Abaixo deixo o trailer e links de uma das críticas feitas ao filme.

6 de março de 2013

5 de março de 2013

Minicurso: Filosofia - UFPR

As ideias políticas de Montesquieu e de Rousseau: 

uma análise comparativa

Prof. Dr. Renato Moscateli (UFG)

Dias: 06 de março – às 19h
        07 de março – às 14h

I Simpósio Multidisciplinar de Psiquiatria - UNIICA

UNIICA, Unidade Intermediária de Crise e Apoio à Vida, PUCPR, Simpósio Multidisciplinar de Psiquiatria, Internação CompulsóriaInternação Compulsória é o tema do simpósio que acontece nos dias 3 e 4 de abril

De 15/01/2013 a 20/03/2013
A Unidade Intermediária de Crise e Apoio à Vida (UNIICA) promove nos dias 3 e 4 de abril o I Simpósio Multidisciplinar de Psiquiatria. Expoentes em várias áreas do conhecimento estarão presentes para discutir os aspectos médicos, filosóficos, legais e sociais da internação compulsória. As vagas estão esgotadas, mas é possível realizar inscrição para cadastro de reserva no site www.uniica.com.br/simposio.

27 de fevereiro de 2013

Documentário retrata Cuba em momento de reforma política

O vídeo retrata a atual mudança ocorrida em Cuba. Ao assistir o vídeo, a impressão é que o regime  decretou seu fim com a saída de Fidel e a entrada de Raúl e as reformas políticas. Impressionante!

26 de fevereiro de 2013

A entrevista de Yoani Sánchez ao Roda Viva

Por: Jonas J. Berra

         O Roda Viva da TV Cultura deste dia 25 de fevereiro fez uma longa e parcialmente esclarecedora entrevista com a blogueira cubana Yoani Sánchez, que ficou famosa pela sua oposição ao governo de Fidel Castro e a chamada Revolução Cubana. Abaixo aponto para partes da fala da blogueira que, ao meu ver, considerei interessantes de serem mostradas pela sua plausibilidade.

23 de fevereiro de 2013

Estudando para o Enem 2013


Por: Everton Marcos Grison

Para aqueles que pretendem realizar a prova do Enem em 2013, segue na sequência um material muito interessante de estudos. O material foi desenvolvido pela Secretaria do Estado de Educação do Acre. É um curso preparatório completo, envolvendo todas as matérias, inclusive redação.

17 de fevereiro de 2013

Combustão das palavras; um livro sobre livros?

Por: Everton Marcos Grison

Fonte: globo livros
          Fahrenheit 451 (Ray Bradbury), um pequeno grande livro, dose do mais fiel sentido revoltado, da sobrevivência do mundo autônomo. Desfere, com fogo é claro, uma labareda ardente em direção à prisão televisiva que vivemos, sem perceber que nos privam a liberdade, isso se algum dia provamos de fato isso. Distribuindo prazer, criando alegria, dando-nos uma família que sempre ri, diz coisas tão tolas para que não ocupem espaço nenhum na mente de ninguém. 

14 de fevereiro de 2013

Ludwig Wittgenstein

Por: Jonas J. Berra 

           Ludwig Joseph Johann Wittgenstein nasceu em Viena em 1889. Ficou popular ao mesmo tempo pela sua genialidade e pela personalidade incomuns. Como descreve Teofilo Urdanoz, a vida de Wittgenstein foi, em muitos aspectos, de muita originalidade e estranheza, assim como foram as suas obras.

11 de fevereiro de 2013

Papa Bento XVI vai renunciar

Por: Jonas J. Berra

O Papa foi escolhido em 2005 como sucessor de João Paulo II. Tinha 78 anos de idade e sempre foi tido como um Papa conservador. Hoje tem 85 anos e afirmou não ter condições de continuar. Não há muito o que ser dito, já que temos a Declaração abaixo. Fica a dúvida: E agora?

Dr Morte - Eutanásia - Documentário Kevorkian

7 de fevereiro de 2013

As Falácias de um Pastor Evangélico

Por: Jonas J. Berra

     Antes de mais nada, é importante retomar o conceito de falácia. Para quem não estuda filosofia e argumentação lógica, não é algo óbvio. A falacia tem por característica ser um argumento ilegítimo. Em outras palavras (ou sinônimos) é um argumento que logicamente não se sustenta, é inconsistente, ineficaz ou falho ao procurar provar alguma verdade.

3 de fevereiro de 2013

Stephen Hawking's - Uma Breve História do Tempo; Por: Jonas J. Berra


       Eu sempre fui fascinado pela figura do professor Stephen W. Hawking. Desde que vi que ele era um cientista de cadeira de rodas, que só conseguia se comunicar através de um sintetizador de voz, fiquei comovido pela sua genialidade. Infelizmente aos 21 anos ele começou a sofrer de uma doença degenerativa chamada de Esclerose Lateral Amiotrófica que o fez perder os movimentos do corpo.
   

29 de janeiro de 2013

Hannah Arendt

Por: Jonas J. Berra

      Hannah Arendt nasceu em Linden, Alemanha, de uma família judaica no dia 14 de outubro de 1906. Os pais eram membros do partido social-democrático. Hannah desde cedo demonstrou ser muito inteligente. Aos 16 anos já lia Kant e já conhecia grego e latim. Em 1924 ingressou na Marburg University, tornando-se discípula de Heidegger e Jasper. Em 1975 foi para Freiburg, onde estudou um semestre com Husserl. Doutorou-se em filosofia por Heidelberg em 1928 com a tese "O Conceito de Amor em Agostinho".

Trailer "Hannah Arendt"



26 de janeiro de 2013

Filosofighters

 Por: Jonas J. Berra

Já fazia algum tempo que não postávamos nada.
Como estamos nas férias, resolvi colocar algo divertido.
Confiram abaixo e ao lado: Filosofighters
É um jogo da revista Superinteressante muito bacana, principalmente para os meninos que gostam de gamers. Foi lançado em 2011. Divirtam-se.

1 de janeiro de 2013

Apoio didático para o Ensino das Religiões

Observação: As aulas foram baseadas na orientação das Diretrizes Curriculares de Ensino Religioso da Secretaria de Educação do Estado do Paraná, em sites e blogs destinados ao apoio de profissionais desta disciplina. São apenas sugestões, que não substituem a criatividade do professor. Nesta proposta, alternamos entre as aulas expositivas de conteúdo, com aulas dinamizadas-reflexivas. Essa ideia surgiu devido a constatação da necessidade de transmitir um conteúdo básico (história das religiões, fundadores, mitos, crenças, etc) com a necessidade de dinamizar as aulas resgatando os valores humanos, objetivando zelar pela tolerância e respeito ao próximo. Essa hipótese leva em consideração a ideia de que os alunos estão na escola para aprender alguma coisa (no sentido de uma visão tradicional), mas trazem um conhecimento consigo (conforme nos ensina a visão progressiva da educação).
- Os slides são simples, com os textos mais ao centro e não possuem animações, pois foram montados para uso na TV Pen Drive. Portanto é preciso salvar no formato JPGE.

Sugestão de sequência de aulas- voltada à transversalidade entre Temporalidade Sagrada e Valores Humanos:

Referência para Fábulas e Contos (clique aqui)